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O Carrefour Brasil afirmou que “lamenta profundamente” e classificou a morte como “brutal”.

“Iniciamos uma rigorosa apuração interna e, imediatamente, tomamos providências cabíveis para que os responsáveis sejam punidos legalmente… Estamos profundamente consternados com tudo o que aconteceu”, afirmou a empresa em comunicado.

Além disso, o Carrefour afirmou que vai fechar a unidade em respeito ao homem morto e entrar em contato com sua família. A companhia também informou que vai cancelar o contrato com a empresa responsável pelos seguranças e que o funcionário responsável pela loja no momento do espancamento será demitido.

Segundo relatos da mídia, o homem foi espancado por seguranças depois de uma discussão com uma funcionária da loja. Imagens do escapamento foram publicadas em redes sociais. A violência teria começado quando uma funcionária chamou a segurança da loja depois que a vítima teria ameaçado agredi-la, segundo publicou o G1, citando informações da Polícia Militar do Rio Grande do Sul.

Em meados de agosto, um homem passou mal e morreu em uma loja do Carrefour Brasil no Recife, e o corpo foi coberto com guarda-sóis e separado do movimento de clientes por meio de caixas e barreiras improvisadas, enquanto o estabelecimento seguiu funcionando, de acordo com relatos e imagens publicados em redes sociais. Na ocasião, a empresa afirmou que a forma como tratou da ocorrência foi inadequada e pediu desculpas.

Nesse caso, o Carrefour disse que mudou orientações aos funcionários para incluir a obrigatoriedade de fechamento da loja.

Em 2018, um segurança de uma das lojas da empresa no Estado de São Paulo matou um cachorro de rua que circundava o estabelecimento após golpear o animal com uma barra metálica, num caso que causou revolta em redes sociais e de organizações de defesa dos animais.

Ric Mais

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