Formatura de soldados da PM em Maringá no ano de 2018 / Divulgação AVM

O Governo do Paraná confirmou nesta quarta-feira (4/9) que vai lançar em breve o edital do concurso da PM, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e para agentes de cadeia do Depen, o Departamento Penitenciário do Paraná.

Na assinatura da autorização para a contratação, o governador Ratinho Junior (PSD) disse que vão ser 2 mil vagas para a Polícia Militar, 400 para o Corpo de Bombeiros, 50 para o cargo de delegado e 300 para investigadores da Polícia Civil, além de 50 papiloscopistas para a Polícia Científica. Também vão ser contratados 238 agentes de cadeia.

“Nós estamos cortando em diversas áreas e passamos a investir no que é realmente essencial para melhorar a vida das pessoas. Segurança é prioridade número 1 e para isso precisamos de novos contingentes e equipamentos”, afirmou o governador.

Durante a cerimônia, o governador também assinou decreto para autorizar as progressões de 143 policiais militares. Em julho, foi autorizado o avanço de carreira de 1.582 policiais militares e civis.

Para o concurso da PM, Bombeiros e Polícia Civil, a contratação é na modalidade de concurso público e a previsão, a depender de quando vai ser lançado o edital, é que as primeiras contratações aconteçam até o começo do segundo trimestre de 2020.

Em todas essas corporações, é preciso realizar todo o processo de treinamento e formação dos novos profissionais de segurança pública que vão atuar no Estado.

Como Maringá conta com uma Escola de Formação, Aperfeiçoamento e Especialização de Praças (Esfaep), parte dos militares faz o curso e colabora com a segurança na cidade também durante a fase de preparação para a Polícia Militar.

Os novos agentes de cadeia vão ser contratos por meio do Processo Seletivo Simplificado (PSS) e a expectativa é que possam atuar nas unidades prisionais que vão ser concluídas até o fim de 2019 ou até meados de 2020.

Os agentes de cadeia vão ser designados para atuar na segurança interna das unidades e toda a condução da rotina dos presos.

Maringá Post